#60: Projeto vida minimalista
3 minutos para se maximizar.
Se curtir o texto, saiba que seu like e comentário são importantes para mim! :)
Com o Ayurveda, aprendi que o bem-estar é também resultado do consumo adequado de estímulos físicos e mentais. Consumir além da nossa capacidade de lidar com estes estímulos, envenena. O movimento expansivo de Rajas é o motor para lidar com as coisas da vida, mas quando excessivo, como a modernidade encoraja, nos rouba a vida em si. Buscar, desejar, zanzar, fazer, ter, falar, conquistar — e aqui você pode incluir qualquer verbo — sem freio, consome Ojas, vitalidade, e também o nosso tempo irrecuperável.
Eu, que sempre fui da turma da produtividade extrema para alcançar o topo da montanha, com o Ayurveda descobri que o estilo de vida minimalista me caía como uma luva: menos perda de tempo ao eliminar excessos. Hoje me vejo buscando a mesma produtividade, mas o suficiente para fazer o que precisa ser feito, da forma mais rápida e eficiente que posso, para que me sobre o máximo de tempo possível.
É preciso abrir espaço para nos desenvolvermos dentro do nosso caminho, nosso Dharma.
Automatizando as tarefas do cotidiano.
Semana passada tirei 5 dias de miniférias. Levei cerca de 1 hora e meia para montar a mochila, o que considero muito, por já ter um armário bem reduzido e monocromático. A busca por potinhos seguros para os cosméticos, secar as peças que não estavam prontas, colocar alarme para não esquecer as havaianas em uso, separar documentos, procurar o cabo carregador da bateria extra.
Se pararmos para pensar, perdemos vários tempinhos no dia a dia. Menos coisas = menos tempinhos perdidos, mas ainda assim, tempinhos. Valiosos. Com 10 minutos que ganhamos aqui e 15 dali, conquistamos aquele tempo que não temos para leitura, atividade física, descanso, ócio, brincar com os filhos, contemplação da vida, e o que mais quisermos.
Tomar as rédeas da própria vida como objetivo.
Já no avião, comecei a escrever uma lista: projeto vida minimalista. Nela, despejei os tempinhos que me lembrei de ter perdido com a vida doméstica recentemente. Veja bem, me considero minimalista há uns 7 anos, e ainda assim me pego atrapalhada pelas coisas. Às vezes me lembro como vivia antes disso, e era puro caos!
Revisar meu armário cápsula, montar um kit viagens, criar um sistema de organização para os itens de compra recorrente, como cosméticos, suplementos, alimentos, tudo no piloto automático, para tirar da cabeça. Otimizando as obrigações ao máximo. Estes são meus projetos pessoais que serão desenvolvidos nos próximos meses.
Sua vez:
Papel e caneta na mão, silêncio no ambiente. Responda com calma e volte às respostas quantas vezes quiser.
Você gostaria de ter mais tempo para quê?
Quais são os tempinhos que você perde no dia a dia?
Como pode contorná-los, eliminá-los ou reduzi-los?
Lembre-se: de primeira, muitas vezes olhamos para a vida e não enxergamos alternativas, pois somos condicionadas pelo cotidiano.
Textos relacionados:
Uma nova forma de pensar - e de agir.
9 coisas que aprendi com o burnout.
Até a próxima sexta.
Beijos,
Tati.





E naqueles dias que você tira dez na organização e sobra um tempinho e você não sabe o que fazer com ele? Como lidar com o vazio de uma lista de tarefas fiinalizada?
Amei é exatamente isso que estou vivendo nesse momento ❤️começando em dar uma geral na casa inteira😅para só depois começar meu novo projeto 🤩 hoje foi dia de dar uma geral na área de serviço ainda tenho 3 quartos para ver 😅mas estou tão feliz bem mais leve 💓